Todo mundo pensa em deixar um planeta melhor para nossos filhos… Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?

Publicado: julho 14, 2009 em educação
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Todo mundo pensa em deixar um planeta melhor para nossos  filhos.

Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?

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Comentários
  1. Fábio disse:

    Criar um mundo melhor depende de todos
    criar filhos melhores depede das mães

  2. Edna Sampaio disse:

    Parabéns pelo tema, mas não depende só das mães como diz Fábio depende deles tb.bssss.

  3. Marcos sampaio disse:

    Gostei muito da charge. É bm legal o humor crítico e analítico do desenho.

  4. Amethyst disse:

    Loll! Muito bom mesmo:D

    http://www.afrgarvao.com/

  5. fabiane disse:

    “Pais melhores ensinaraõ a seus filhos dar valor a vida, tomando atitude….”
    “Que não seja tarde para mudar os filhos de hoje para a construção dos de amanhã…”

    O que acharam galeraaaaaaa?
    bjs, no coração…

    • Fabiana Disse disse:

      Noooossa Fabiana!!!! Pensou muito pra produzir isso??? Não deixa teu pai ler, pois ele pode se jogar da ponte…..ponte seca ainda….

  6. MEC disse:

    AMEI A COMPARAÇÃO, ESTOU USANDO ELA AQUI.

  7. Ulysses Freire da Paz disse:

    Não existe artifício que as pessoas não utilizem para evitar o esforço de pensar.

    Ninguém escapa : Absens heres non erit – Nao há ausentes sem culpa nem presentes sem desculpa

    O EXEMPLO SEMPRE VEM DE CIMA – NÃO DE BAIXO.

    Quod est inferius est sicut quod est superius, et quod est superius est sicut quod est inferius, ad perpetranda miracula rei unius. O que está em baixo é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está em baixo, para realizar os milagres de uma única coisa.

    Resumindo: se a elite é abjeta, o nível da cultura popular é apenas uma conseqüência: – ela reflete a moral transmitida inerente à competência gerencial, visto que somente ela comanda e estabelece os paradigmas de educação da população.

    (…) Aqueles TRÊS FATOS CIVILIZADORES foram a liberdade moral, conquistada pela Reforma ou pela F I L O S O F I A: a elevação da classe média, instrumento do progresso nas sociedades modernas, e directora dos reis, até ao dia em que os destronou: a indústria, finalmente, verdadeiro fundamento do mundo actual, que veio dar às nações uma concepção nova do D I R E I TO, substituindo o trabalho à força, (escravo, lacaio) e o comércio à guerra de conquista.(…)

    (…) Assim, enquanto as OUTRAS NAÇÕES subiam, nós baixávamos. Subiam elas PELAS VIRTUDES MODERNAS; nós descíamos pelos VICIOS
    (…)Dessa educação, que a nós mesmos demos durante três séculos, segundo discurso de Antero de Quental já em 1871 e lamentavelmente até hoje, provêm todos os nossos males presentes. As raízes do passado rebentam por todos os lados no nosso solo: rebentam sob forma de sentimentos, de hábitos, de preconceitos. Gememos sob o peso dos erros históricos. A nossa fatalidade a nossa história.(…)

    INFELIZMENTE, os professores, não obstante toda ordem de aviltamento moral a que estão expostos, tanto por parte dos alunos e seus familiares como também PELAS HIERARQUIAS viciadas em repetir clichês SEM outro propósito senão expor o profissional de ensino à situação vexatória em vez de promover uma pesquisa metodológica, deveras empírica sobre o baixíssimo índice de aproveitamento escolar; ainda assim são obrigados a assumir uma tarefa exclusiva dos pais como as lições de boas maneiras e outros congêneres.

    “Somos um país pequeno, a educação para todos é quase um slogan aqui. E não tem motivo para não ser”, diz a responsável pelas relações internacionais do National Board of Education da Finlândia, Riitta Lampola. São 586.381 alunos no ensino fundamental finlandês ante 33 milhões no brasileiro. O número de escolas no Brasil é 45 vezes maior. Mesmo assim, a Finlândia investe 6,1% do seu

    Produto Interno Bruto (PIB) em ensino – enquanto no País, são 3,9%, um dos mais baixos índices do mundo. diz o educador da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Fernando Almeida, que visitou a Finlândia. “A educação lá é fruto de um conjunto de qualidades culturais, econômicas e políticas da sociedade”, E o professor ainda é um dos profissionais mais reconhecidos e admirados da sociedade – como um dia foi no Brasil. O governo informa que um professor em início de carreira ganha 2.500 (R$ 6.300), 25 vezes mais que o menor salário dado a um professor no Brasil.

    http://www.brasilquele.com.br/texto_ler.php?id=2002&page=16

    O Brasil, segundo Franklin Oliveira prefaciando o livro de Manoel Bomfim, nasceu com o Renascimento, mas foi colonizado pela Contra Reforma; sob o signo do arbítrio foi destinado exclusivamente ao saque de suas riquezas. As instituições sociais, cópias lapuzes das do reino, instauraram aqui o Estado tirânico, opressor, espoliador – um Estado responsável pela implantação da forma mais repudiante de justiça, a justiça política, porque dela derivam entre outras ignomínias os, CARGOS DE CONFIANÇA que, na ponderação do presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, Mozart Valadares: “é um campo fértil para a troca de favores, porque não define o que é público do que é privado” http://jps-sc.blogspot.com/2008/08/para-juiz-cargos-de-confiana-alimenatam.html

    Na Finlândia, o salário inicial de um professor do ensino básico com grau académico superior e um horário de apenas o número obrigatório de horas (ver neste texto horário de trabalho), rondou os 1795 euros. Já o salário final de um professor, com o mesmo número de horas leccionadas, alcança os 2564 euros. No ensino secundário, e ainda nos municípios de capacidade financeira classe dois, o salário inicial, sem horas extras contabilizadas, ronda os 2043 euros; o salário final ascende a 2952 euros; a educação é bancada pelo governo em todas as mais de 3.500 escolas de ensino fundamental, chamadas de algo como “escolas de compreensão”. As raras particulares também recebem dinheiro e não cobram mensalidades. Livros, transporte e refeições são gratuitos, independentemente da classe social. A criança entra obrigatoriamente aos 7 anos na escola e sai aos 19. Só 5% não continuam os estudos e ficam longe das universidades, todas públicas também. No Brasil, nem 40% dos jovens cursam o ensino médio; e só cerca de 10% fazem o ensino superior.

    No Brasil há verbas somente para os infinitos privilégios da cúpula dos três poderes motivo pelo qual ao professor destina-se somente a remuneração de GARI, visto que ambas atribuições envolvem trabalho com dejetos.

    Se a moral elitista é somente aparente, é dela que advém o exemplo.
    O EXEMPLO SEMPRE VEM DE CIMA – NÃO DE BAIXO.

    A ferocidade dos Espanhóis na América é uma coisa sem nome, sem paralelo nos anais da bestialidade humana. Dois impérios florescentes desaparecem em menos de 60 anos! em menos de 60 anos são destruídos dez milhões de homens! Dez milhões! Estes algarismos são trágicos: não precisam de comentários. E, todavia, poucas raças se têm apresentado aos conquistadores tão banais, ingénuas, dóceis, prontas a receberem com o coração a civilização que se lhes impunha com as armas! Bartolomeu de Ias Casas, bispo de Chiapa, um verdadeiro santo, protestou em vão contra aquelas atrocidades: consagrou a sua vida evangélica à causa daqueles milhões de infelizes: por duas vezes passou à Europa, para advogar solenemente a causa deles perante Carlos V.
    Tudo em vão! A obra da destruição era fatal: tinha de se consumar, e consumou-se.
    Do absolutismo, veio necessariamente este espírito aristocrático que impera até hoje, com o seu cortejo de privilégios, de injustiças, com o predomínio das tendências guerreiras sobre as industriais. Os erros políticos e econômicos saíam daqui naturalmente; e de tudo isto, pela transgressão das leis da vida social, saía naturalmente também a decadência sob todas as formas.
    Como era possível, com as mãos cheias de sangue, e os corações cheios de orgulho, iniciar na civilização aqueles povos atrasados, unir por interesses e sentimentos os vencedores e os vencidos, cruzar as raças, e fundar assim, depois do domínio momentâneo da violência, o domínio duradouro e justo da superioridade moral e do progresso? As conquistas sobre as nações atrasadas, por via de regra, não são justas nem injustas. Justificam-se ou condenam-nas os resultados, o uso que mais tarde se faz do domínio estabelecido pela força. As conquistas romanas são hoje justificadas pela filosofia da história, porque criaram uma civilização superior àquela de que viviam os povos conquistados. A conquista da índia pelos Ingleses é justa, porque é civilizadora. A conquista da índia pelos Portugueses, da América pelos Espanhóis, foi injusta, porque não civilizou.

    A escravatura (além de todas as suas deploráveis conseqüências morais) esterilizou pelo trabalho servil. Só o trabalho livre é fecundo: só os resultados do trabalho livre são duradouros. Das colônias que os Europeus fundaram no Novo Mundo quais prosperaram? Quais ficaram estacionárias? Prosperaram na razão directa do trabalho livre: o Norte dos Estados Unidos mais do que o Sul: os Estados Unidos mais do que o Brasil. E essa jovem Austrália, cuja população duplica todos os 10 anos, que já exporta para a Europa os seus produtos, cujas instituições são já hoje modelo e inveja para os povos civilizados, e que será antes de um século uma das maiores nações do mundo, a que deve ela essa prosperidade fenomenal, senão ao influxo maravilhoso do trabalho livre, numa terra que ainda não pisou o pé dum homem que se não dissesse livre?
    A Austrália tem feito em menos de 100 anos de liberdade o que o Brasil não alcançou com mais de três séculos de escravatura!

    O progresso moral e social se faz pelo desenvolvimento crescente dos sentimentos altruísticos, pela solidariedade cada vez mais forte entre os homens, sendo isto o que lhes confere superioridade e fomenta o combate a tudo o que se possa opor à harmonia e unificação da espécie humana.

    A política praticante é uma engrenagem terrível; não só desseca as almas, como estreita os pontos de vista; falseia o critério e o julgamento de tal forma, que nós vemos o comum dos militantes absorvidos por questões de um interesse social menos que secundário, indiferente aos assuntos capitais; as questões que verdadeiramente influem sobre a evolução na nacionalidade não são lembradas sequer. Ocupam-se de uns tantos detalhes, a que dão o pomposo nome de questões financeiras ou políticas, e o resto não tem valor. Para eles, que diariamente sobrecarregam as gerações futuras, contraindo empréstimos ou adiando dívidas, para que os vindouros as paguem – para eles, o preparo dessas mesmas gerações futuras não chega a ser uma questão política. Nem compreenderão; talvez, como um Montesquieu poderia afirmar que a “educação – inclusive a educação intelectual – É O PRINCIPAL DEVER DE UMA REPÚBLICA”. Apliquemo-nos em arrancá-los a este critério falso, e mostremo-lhes os grandes defensores do progresso a exigir para essa questão – EDUCAÇÃO – a proeminência na política: Renan, o inspirado da tolerância, da bondade e da ciência, proclamando que ” o fim da humanidade, e por conseguinte aquele a que se deve propor a política, é a mais alta cultura humana”; Zola, o artista da verdade e da justiça, afirmando que ” a moral, como a política, se resume nesse grande lema: EDUCAR O POVO”; Mostremo-lhes que, até hoje, os legítimos republicanos não mudaram de parecer quanto a este ponto. Que ouçam Bourgeois, sempre acatado entre os democratas franceses – que o ouçam dizer ainda agora: ” A EDUCAÇÃO é a primeira e a última palavra da política”; que ouçam Clemenceau, jamais infiel à liberdade e à democracia: ”

    A EDUCAÇÃO POPULAR DEVE SER O PRINCÍPÍO FUNDAMENTAL DE TODA POLÍTICA REPUBLICANA”.

    http://humbertocapellari.wordpress.com/2008/02/23/as-cenouras-do-senhor-governador-veja-compara-educacao-finlandesa-com-a-brasileira-mas-esquece-que-estado-de-sao-paulo-e-que-puxa-a-media-para-baixo/
    =
    http://jbarbo00.blogspot.com/2008/04/siatema-de-ensino-na-finlndia.html

    Trechos do livro de Manoel Bomfim “América Latina, Males de Origem” escrito em 1905, reeditado em 2005 pela Editora TopBooks e do discurso de Antero de Quental;
    http://aulaportuguesonline.no.sapo.pt/causas.htm

  8. Adriel disse:

    Aquele garoto de 1969 hoje está 40 anos mais velho. Aquele menino de 2009 pode ser o neto dele. Que resultados a Educação de 1969 deu?

  9. Anderson disse:

    Há um erro nessa charge, quantas vezes pai e mãe se preocupam com a educação dos filhos e vão JUNTOS

  10. Ivan disse:

    Sou professor e posso responder a pergunta do Anderson; pouquíssimas vezes os pais vão à escola, mas infelizmente a charge está certa porque e exatamente nessas situações que ocorrem as raras visitas dos progenitores nas escolas.

  11. Édnei disse:

    Educação de adquire no lar com a família.

    A escola pelos professores são apenas um complemento para se adquirir conhecimento, cultura e cidadania.

    E o respeito não se deve apenas aos pais e professores, e sim ao ser humano e toda a biologia que está presente a nossa espécie.

  12. jessyk disse:

    muito bom vcs tiviam empogar os brasileiros fazendo prortestos campanhas e muito mais

  13. Pedro henrique disse:

    quem é o autor ou autora dessa frase por favor

  14. SABRINA MARIA DE PROENÇA disse:

    COMO POSSO FASER UM TRABALHO DE QUEM SOMOS E CONSTRUIR UM PLA DE PARTICIPACAO CIDADA ME AJUDEM

  15. SABRINA MARIA DE PROENÇA disse:

    COM UM FOCO DE AÇAO PARA O NOSSO PROJETOPARA TIRARMOS CRIANÇAS E ADOLESCENTES DAS RUAS ME AJUDEM

  16. rillary disse:

    bom eu axo muito bom mudar nosso planeta ficar mais melhor

  17. rillary disse:

    acho muito legal deixa nosso munto legal

  18. rillary disse:

    nao quero o meio anbiente assim tudo sujo queimaduras lixo no chao lixo no rio .nao podemos fazer nada disso nao deixe que os-matemos se moren nos tanbem moremos

  19. Antonio De Mendieta disse:

    Alguem de vocês sabe quem é o autor ou autora dessa frase que é uma profunda reflexao? Obrigado.

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